Dizem que de génio e louco todos temos um pouco...
O limiar entre a nossa visão real , a genialidade e a loucura é tão ténue que até se torna, assustadora!...
A loucura faz parte de nós, a loucura saudável apimenta-nos um pouco a vida, é a nossa parte infantil...por outro lado, há o reverso da loucura que nos pode fazer cometer actos vis e irreais!...pode atingir qualquer um enquanto seres frágeis que somos...
Um génio é um louco!...e a Humanidade está cheia deles!..
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Espelho meu...
Olho-me ao espelho e tento desvendar no fundo dos meus olhos, o meu "eu" mais profundo...por detrás deste invólucro feito de carne, músculos, pele, cabelo, desta matéria totalmente rendida aos sentidos provocados pelo borbulhar do sangue nas veias, o palpitar de um órgão (que muitas vezes nos atraçoia), o tacto à superfície de uma pele que nos abre os poros para o ar que nos circunda...um conjunto de sensações fisicas que nos toldam a visão para algo que fica no mais profundo recôndito de nós próprios e para lá de nós próprios...para além dos meros sentidos!...
Será o nosso corpo físico uma simples máscara ou um véu que nos oculta o vislumbre do nosso verdadeiro eu, da verdadeira essência da vida?...
Será o nosso corpo físico uma simples máscara ou um véu que nos oculta o vislumbre do nosso verdadeiro eu, da verdadeira essência da vida?...
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
África da minha infância
Se pudesse recuar no tempo, iria para um sítio onde fui feliz, um lugar inesquecível e único, cujos cheiros, cores e sons são tão intensos que para sempre ficam marcados na nossa memória!...
A cor vermelha da terra que se mistura com os cheiros tão característicos, de frutos tropicais com o suor da pele, natural dos próprios nativos, o próprio ar que se respira, o cheiro a terra molhada mas ardente depois de uma tempestade repentina!...
O verdejante pulsar da natureza, o pôr do sol vermelho que é só se vislumbra nestas paragens!... O eco do rugir das feras vizinhas e o dos insectos noctívagos que se ouve na noite febril e vibrante de calor!... o som dos coqueiros e palmeiras na praia à mercê da brisa leve mas tórrida!..o mar manso e meigo que vem abraçar a terra. E o vermelho, vermelho que sómente África deixa pintar numa tela!...
Saudades da minha infância, da minha África perdida!...
A cor vermelha da terra que se mistura com os cheiros tão característicos, de frutos tropicais com o suor da pele, natural dos próprios nativos, o próprio ar que se respira, o cheiro a terra molhada mas ardente depois de uma tempestade repentina!...
O verdejante pulsar da natureza, o pôr do sol vermelho que é só se vislumbra nestas paragens!... O eco do rugir das feras vizinhas e o dos insectos noctívagos que se ouve na noite febril e vibrante de calor!... o som dos coqueiros e palmeiras na praia à mercê da brisa leve mas tórrida!..o mar manso e meigo que vem abraçar a terra. E o vermelho, vermelho que sómente África deixa pintar numa tela!...
Saudades da minha infância, da minha África perdida!...
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Carpe diem
Carpe Diem é uma frase em latim de um poema de Horácio, e é popularmente traduzida para colha o dia ou aproveite o momento. É também utilizado como uma expressão para solicitar que se evite gastar o tempo com coisas inúteis ou como uma justificativa para o prazer imediato, sem medo do futuro.
Deviamos viver o dia como se fosse o último da nossa vida!...
Mas, no entanto, o que fazemos?
Desgastamo-nos numa correria sem sentido em busca de algo que nunca conseguimos, desenfreadamente e deixando escapar toda a beleza que este Mundo tem para nos oferecer!...
Carpe diem! Aproveita o dia!
Deviamos viver o dia como se fosse o último da nossa vida!...
Mas, no entanto, o que fazemos?
Desgastamo-nos numa correria sem sentido em busca de algo que nunca conseguimos, desenfreadamente e deixando escapar toda a beleza que este Mundo tem para nos oferecer!...
Carpe diem! Aproveita o dia!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Sonho cor de rosa
Quando despertei do meu sonho de infância, já nada era cor-de-rosa...já não existiam principes e princesas encantados, fadas e duendesl...
Encontrei-me despida, indefesa e impotente perante um mundo muito diferente, a cores, por vezes negro, outras vezes branco, de várias as cores, mas com perigos e obstáculos a enfrentar..muitos dragões que pareciam querer engolir-me com as suas línguas de fogo!...Onde estava?!
Alguém me deveria ter prevenido que existem também dragões!...
Encontrei-me despida, indefesa e impotente perante um mundo muito diferente, a cores, por vezes negro, outras vezes branco, de várias as cores, mas com perigos e obstáculos a enfrentar..muitos dragões que pareciam querer engolir-me com as suas línguas de fogo!...Onde estava?!
Alguém me deveria ter prevenido que existem também dragões!...
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Paradoxo
Os conceitos relativos à vida são paradoxais...
Somos criados para o Bem...mas o que é o Bem se não houver o Mal, o que é o Amor se não existir o Ódio, o que é a alegria se não houver a tristeza, a felicidade sem a infelicidade...enfim, os opostos originam-se!...
O positivo atrai o negativo e vice-versa...
Somos criados para o Bem...mas o que é o Bem se não houver o Mal, o que é o Amor se não existir o Ódio, o que é a alegria se não houver a tristeza, a felicidade sem a infelicidade...enfim, os opostos originam-se!...
O positivo atrai o negativo e vice-versa...
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Déjà vu
Déjà vu é uma reacção psicológica fazendo com que sejam transmitidas ideias de que já esteve naquele lugar antes, já se viu aquelas pessoas, ou outro elemento externo [carece de fontes?]. O termo é uma expressão da língua francesa que significa, literalmente, já visto
De onde vêm estas sensações estranhas e constantes de sentimentos, locais, situações, pessoas já experienciadas ?! Terão sido sonhos? Serão resquícios de alguma vida passada?
Somos de facto, seres misteriosos!...
De onde vêm estas sensações estranhas e constantes de sentimentos, locais, situações, pessoas já experienciadas ?! Terão sido sonhos? Serão resquícios de alguma vida passada?
Somos de facto, seres misteriosos!...
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