CONSTELAÇÃO
Acorda-me, filha, deste torpor onde habito
Esfrego as mãos na pedra fria
Onde moram os teus sábios?
Ouço murmúrios, não recordo as palavras
Dormem em mim, sonhando acordar-me
Um dia saberei decifrar os silêncios
Despertarei as memórias que em ti vivem
Acorda-me, filha, e serei flor no teu regaço , aconchego das tuas palavras
Luz do teu sorriso ancestral
Amor que nos levará a traduzir
os silêncios

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