terça-feira, 10 de abril de 2012

Deixo correr a pena...


Deixo correr a pena ao  sabor da sua vontade...
Letras vibrantes, fervilhantes como o meu sangue que escorre nas veias...
Lutam, estremecem, sufocam, gritam, soltam-se...como prisioneiros em busca da liberdade...

Sangue, suor, lágrimas, misturam-se no turbilhão de uma prosa que se descreve no papel branco,
virgem, imaculado... saiem sonantes as palavras de uma alma distante, desapegada, sofrida,  penetrante, dissolvida numa onda de ardor, sabor a mar e céu, amor...sufocada e liberta!!!

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